11 de setembro de 2008

Amores Perfeitos


O amor é um verbo. Uma palavra em movimento. Uma acção. Talvez uma impulsão gentil. Algo que mexe connosco e nos deixa mais leve. Talvez o amor verdadeiro não seja apenas o final de um filme, ou o tema de uma musica, ou a história de um livro. E se for algo que possa existir mesmo, mas que nos passa despercebido? Será que estamos cegos, ou é algo que não queremos ver? Querer ver implica procurar que pode levar à desilusão, à mágoa (pois muitas vezes moldamos a pessoa para que ela corresponda ao nosso gosto, não chegando a conhecê-la na realidade). Ao ignorar, descartamos a hipótese de sermos magoados. É tentador, trocar o sofrimento por relação vazias ou pela a completa alienação. A verdade é que acabamos por nos enganar a nós próprios. Talvez o amor nem sempre seja como um raio, talvez seja apenas uma escolha. A escolha de dar a alguém a oportunidade de ser o amor da nossa vida. Talvez o amor verdadeiro seja uma decisão. A decisão de dar uma oportunidade a alguém, de arriscar. Sem ter medo se nos irão retribuir, ou se nos irão magoar, ou se serão o tal. Se calhar o amor não é algo que nos aconteça. Se calhar é algo que temos de escolher.

3 comentários:

Jojo disse...

Amor e outros desastres

Daniela disse...

Oh.. este assunto é muito à frente para mim. É por isso que gosto de po-lo de parte e não me lembrar dele. Assim sou feliz!

Jojo disse...

quando permitimos q nos tirem o prazer e a vontade q temos em fazer as coisas de q mais gostamos, estamos a desperdiçar a vida. Antes de serem nossos familiares são pessoas e têm os seus defeitos e o facto de terem genes semelhantes nao lhes dá o direito de nos mandarem abaixo, não é desculpa para o fazerem. Não deixes q as coisas más q te aconteceram te impeçam de teres coisas boas, ou pelo menos a oportunidade de as conhecer.