
Pensas no mesmo. Repensas. Só pensas no mesmo. Só pensas no mesmo. Só pensas no mesmo. Só pensas no mesmo. Só pensas no mesmo. Só pensas no mesmo. Só pensas no mesmo. Só pensas no mesmo. Só pensas no mesmo. Só pensas no mesmo. Só pensas no mesmo. Só pensas no mesmo. Só pensas no mesmo. Só pensas no mesmo. Só pensas no mesmo. Só pensas no mesmo. Só pensas no mesmo. Só pensas no mesmo. Só pensas no mesmo. Só pensas no mesmo. Só pensas no mesmo. Só pensas no mesmo. Só pensas no mesmo. Páras. Repensas. Pensas no mesmo. Pensas no mesmo. Pensas no mesmo. Pensas no mesmo. Pensas no mesmo. Pensas no mesmo. Pensas no mesmo. Pensas no mesmo. Pensas no mesmo. Pensas no mesmo. Pensas no mesmo. Pensas no mesmo. Pensas no mesmo. Pensas no mesmo. Pensas no mesmo. Pensas no mesmo. Pensas no mesmo. Pensas no mesmo. Pensas no mesmo. Pensas no mesmo. Pensas no mesmo. Pensas no mesmo. Só pensas no mesmo. Voltas a pensar.
O absurdo das palavras é que quando se repetem várias vezes tornam-se esquisitas, parecem mal escritas, soam mal. Ridículas!
Reparamos nelas. Somos reparados. Não reparamos. Não temos reparação. A reparação precisa de ser reparada. Re-parada.
Paramos. Parámos. Mandam-nos parar. Param-nos. Pára! Para...
ti. Porque faz sentido não fazer sentido. Porque é tudo sentido. Porque foi este o sentido que escolhi. Te
E jogamos. Jogos de palavras. Jogos de sentimentos. NÃO! Sedução. Alguma. Jogamos fora. Preconceitos, medos, mentiras. Jogamos fora o corpo para que joguem as almas! Que se lancem os dados para que o jogo comece...
O mesmo. Mesmo agora. Mesmo à dois meses. Mesmo para muitos mais. Mesmo só para mim. Assim, mesmo.
Serão as palavras os rótulos das pessoas? Ou serão as pessoas etiquetas que se prendem às palavras? Eu faço colecção de etiquetas. Da roupa. Não sigo regras, de etiqueta.
Vivo do aleatório que o meu Ipod me proporciona. É difícil obter a aleatoriedade, a organização acaba sempre por transparecer. É definido por indefinições que nem o próprio conhece. Ou conhece, não sei... É interessante vermos como a aleatoriedade infiltra-se no quotidiano. Como nos enriquece.
Impulsão. Seguir impulsos. Impulsionar. Ser impulsionador. Como profissão com especialização e amor por revoluções. Ter impulsos. Ser impulsivo. Sem chegar ao compulsivo. In.Pulsos.
Ou chamemos-lhe mãos dadas. Riscadas com cicatrizes passadas. Que passaram com o tempo. Que são do passado e já não me pertencem. Pressionam até rasgar para depois arrancar os pontos.
Pôr os pontos nos "is" para que não se tornem "éles" ou "uns". Quaisquer... Como tantos e tantas que andam por aí. Espalhados, dispersados, esses sim, sem sentido.
Desmotivação. Pernas que tremem. Mãos que tremem. Joelhos que perdem a força quando andas. Degraus que nascem no chão. E caímos. Para cima uns dos outros. Levamos as mãos ao chão. Raspamos os joelhos, ferimos as pernas. Pedimo-nos desculpa, deitamos as culpas ao chão, ao degrau e às pernas e levantamo-nos. Sangramos gargalhadas para sarar as hemorragias internas. Ou pomos pensos.
Pensos. Penso. Na verdade, não pensamos assim tanto. Dá trabalho. Mas saber boiar não é o mesmo que saber nadar. Yo (y tú).
De-nominar a dominação para acalmar as feras. Fauvismo das almas incandescentes. Ou então isto é tudo um abstraccionismo. Partindo da realidade para nos distanciarmos, usando vários expressionismos.
5 comentários:
Gosto desta tua nova maneira de escrever :) Soa bem o jogo das palavras. E estava tudo a correr tão bem até que chegaste ao fauvismo... Mas sim, está bonito!
ahahahahah para q saibam q eu tenho historia da cultura e das artes em laboratorios de biologia com cobras! umas mortas, outras vivas...
A.vida.é.uma.tempestade.cerebral...
meti uma musica no blog q eu sei que gostas
tambem vivo da aleatoriedade do meu iPod... e do iTunes :D
(repare-se como nerd da apple que sou 8-) escrevi tudo como deve ser) (A)
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