23 de dezembro de 2011

A conversa do não sei

Ai ai!

Não sei. Não sei. Não sei. Não sei. Não sei. Não sei. Não sei. Não sei. Não sei.
Não sei. Não sei. Não sei. Não sei. Não sei. Não sei. Não sei. Não sei. Não sei.
Não sei. Não sei. Não sei. Não sei. Não sei. Não sei. Não sei. Não sei. Não sei.
Não sei. Não sei. Não sei. Não sei. Não sei. Não sei. Não sei. Não sei. Não sei.
Não sei. Não sei. Não sei. Não sei. Não sei. Não sei. Não sei. Não sei. Não sei.
Não sei. Não sei. Não sei. Não sei. Não sei. Não sei. Não sei. Não sei. Não sei.
Não sei. Não sei. Não sei. Não sei. Não sei. Não sei. Não sei. Não sei. Não sei.
(se deva fazer)... E perguntar também não posso.


Só sei que tenho um trabalho de história para entregar dia 3 e não consigo ler uma frase.
Voltamos à brincar às escondidas. Que vejam os mais espertos, que me interessa a mim!
Ontem parecia-me tão boa ideia, hoje parece-me uma grande confusão e vergonha. Bolas, cérebro! Atravessas-te sempre à sempre do coração e do irracional. Passas sempre a perna às minhas ideias sonâmbulas.
Argh!

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