6 de janeiro de 2012

Oh! Set my...

E-S-T-R-A-N-H-O! (e não é pouco)

Hoje o estar tornou-se insuportável. É bom saber que não estou a imaginar coisas, porque eu tenho tendência para o sonho. Estava um pôr-do-sol bonito apesar de tudo. Tudo que é lágrimas, tudo que é pensamentos. E tinha estado a falar disso, de como ficava às manchas. Tudo em mim tremia.
Não existe batalha pior do que aquela que travamos com nós próprios. Se há uma parte que quer avançar e dizer logo tudo, logo vem a mão que prende e nos puxa para trás. E qual está certo? As mãos são matreiras, boas mas...
Algo em mim só tem vontade de gritar tudo cá para fora. Não o vou fazer.
Matreiros são também os telemóveis, principalmente aqueles que têm vida própria e ligam para certas pessoas. Se és tu, anjo da guarda (como diz o outro), pára por favor que eu não acho piada.

É estranho, é mesmo estranho.



My body is a cageThat keeps me from dancing with the one I loveBut my mind holds the key
I'm standing on the stageOf fear and self-doubtIt's a hollow playBut they'll clap anyway
(Arcade Fire - My body is a cage)

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