14 de outubro de 2008

Sem sentido.


Queres-te rir?


(Nunca se recusa um riso!)


Não podia ser! Não me podia ter acontecido! Que raiva que senti! "És mesmo estupida Joana!", dizia. Cair no mesmo erro...


Esta foi a primeira fase: a negação... As outras quatros fases nem as vi. Aceitei. Que poderia fazer? Quanto mais disse ao Senhor Coração não, mais ele gritava sim. Parece mesmo uma criança, às vezes! Quanto mais se diz para não mexer, para nao ir para ali, para estar quieta, mais vontade elas têm de fazer o contrário.


Ahahaha!


E quando sentir saudades tuas, lembrar-me-ei de quando estivemos juntos, lembrar-me-ei de quando voltaremos a estar juntos. Isso vai dar-me força. Vai fazer-me chorar.


Talvez o amor seja como dançar o tango: combina passos suaves e lentos com movimentos bruscos e agressivos. Atira-nos ao chão, rodopia-nos, deixa-nos tontos, puxa-nos do chão, agarra-nos com força, aperta-nos e repete-se um sem numero de vezes. E não é por isso que deixa de ser uma dança sensual, mágica e apaixonante. Talvez não seja nada disto, se calhar ando a ver filmes a mais.


Hoje quero deixar a casa desarrumada!

2 comentários:

Daniela disse...

Que engraçado eu penso imensas vezes nisso tbm "quero deixar a casa desarrumada" x) Subiste muitos pontos da minha consideração agora :)

IN disse...

enquanto à daniela deu vontade de naoa arrumar a casa, a mim deu vontade de espancar o meu e o teu coração. São mesmo feitos à medida de uma caixa toráxica infantil...'não podes cair na mesma coisa' no entanto arriscamos até ao ultimo minuto, eu sei bem o que é isso...