25 de outubro de 2011

O coração não pára quieto. Devia...
Nem a cabeça.
A concentração foge. O tempo voa. Chove e fica sol.

Não me deixes, assim.
E as paredes começam a apertar, a cabeça começa a fugir.
Buscar refugio no sonho. O sonho não magoa.
Os olhos ficam molhados. Os olhos ficam secos.

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