27 de fevereiro de 2012

Souviens toi des moments divins, planants, éclatés au matin

C'est le malaise du momentL'épidémie qui s'étendLa fête est finie on descendLes pensées qui glacent la raisonPaupières baissées, visage grisSurgissent les fantômes de notre litOn ouvre le loquet de la grilleDu taudit qu'on appelle maison
Protect me from what I wantProtège-moi, protège-moi 
Sommes nous les jouets du destinSouviens toi des moments divinsPlanants, éclatés au matinEt maintenant nous sommes tout seulPerdus les rêves de s'aimerLe temps où on avait rien faitIl nous reste toute une vie pour pleurerEt maintenant nous sommes tout seul
Protect me from what I want Protège-moi, protège-moi Protège-moi de mes désirsProtège-moi, protège-moi
Placebo
Tenho tido um sonho, que apesar de não ser sempre o mesmo, consiste sempre na mesma coisa. Divisão.O nada por momentos transformou-se em raiva e a raiva transforma-se sempre em lágrimas. Não fui tão longe. Os pensamentos foram tão maus e tão fortes. Assusto-me às vezes...Talvez fosse a birra do sono a falar mais alto, talvez fosse outra coisa. Não queres saber, pensava eu, enquanto ia para casa. Dou por mim sem saber o que penso e sem saber o que pensar. Dou por mim a evitar essa reflexão. Não me leva a conclusão nenhuma.Devo ter um distúrbio, se calhar devia começar a pensar em ir a Mafra também..."Baby, we'll be fine." Espero que esteja tudo bem contigo.

2 comentários:

Gonçalo Azevedo disse...

Como se descobre algo de maravilhoso, por completo acaso. :)

Jojo disse...

:D muito obrigado